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  O âmbar é uma substância derivada de resinas ( Resina Fossil) de árvores e plantas que, enterradas durante milhões de anos, sofreram um processo de fossilização. Essas resinas produzidas pelos vegetais agiam como proteção contra a ação das bactérias e contra o ataque de insetos que perfuravam a casca até atingir o interior das árvores. Com o passar de milhões de anos, as substâncias orgânicas formadoras do âmbar acabaram formando uma resina endurecida, resistente ao tempo.
Esoterismo

Tipo: O Sol em nossa vida, Fortalece o corpo e a mente, Grande pedra contra o reumatismo.
 Dureza: 2-2,5 

  Materiais de origem: Carbono, hidrogênio, oxigênio, enxofre.
 Coloração: Amarelo-claro, amarelo-dourado, amarelo-mel, laranja, vermelho, marrom, até negro, amarronzado, azulado, esverdeado, branco -leitoso, opaco e até transparente.
 Locais onde é encontrada: Dinamarca, Suécia, Rússia.
Crenças e mitos : O Âmbar, remonta aos primórdios da humanidade. Os gregos, chamavam-no de pedra dos elétrons, já que com uma fricção com um pano se carregava eletrostaticamente e ficava magnetizado. Entre povos árabes, ela era portada como amuleto, afim de afastar os maus espíritos e proporcionar a mais verdadeira alegria. Os ciganos dizem que se fixarmos o olhar numa pedra de Âmbar em direção à lua cheia, veremos o rosto do futuro amor.
 Efeitos terapêuticos para o corpo: Há cerca de 3.000 anos existem histórias sobre o Âmbar, ele é apontado entre as pedras curativas mais cobiçadas. Portanto sobre a pele, alivia praticamente todas as espécies de moléstias da pele e alergias. Colocado próximo ao pescoço, minora as dores da nova dentição (cordão de Âmbar para crianças ). Alivia moléstias dos músculos e dos ossos.
 Efeitos terapêuticos para a psique: O Âmbar, foi sempre encarado como pedra solar inspiradora que desperta em nós a alegria de viver. Traz luz e calor para nosso bem-estar e oferece uma irradiação fresca e alegre. Fortalece a capacidade de decidir e ajuda nos casos de irresolução e depressão. Na meditação, contribui para a abertura do plexo solar, liberando o caminho para o interior, o que faz com que sintamos sua suave penetração.
 Indicado para: Libertação, sucesso, vida dos negócios, sensação de liberdade, motivação, parceria, potência sexual, proteção, autoconfiança, fluxo de calor. Artrite, reumatismo, gota, artrose, dores das costas, doenças das juntas e sistema nervoso, órgãos da respiração, bexiga, vesícula biliar, pele, cabeça, fígado, estômago, rins, ouvidos, costas, plexo solar, dentes.
 Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, pêndulo, pingente, cordão.
 Signos: Leão (22/7 a 22/8), Virgem (23/8 a 22/9), Capricórnio (22/12 a 20/1).
P
rofissões: Fazendeiro, Jardineiro.
 Planeta: Sol.
 Chacras: Plexo Solar: melhora a ansiedade, remove energias negativas de outras pessoas, ajuda a ter clareza, calmante.

O âmbar é uma resina fóssil muito usada para a manufatura de objetos ornamentais. Embora não seja um mineral, às vezes é considerado e usado como uma gema.

Sabe-se que as árvores (principalmente os pinheiros) cuja resina se transformou em âmbar viveram há milhões de anos em regiões de clima temperado. Nas zonas cujo clima era tropical, o âmbar foi formado por plantas leguminosas.


Resinas


 
Baltic amber Coleoptera Anobiidae

As resinas produzidas pelos vegetais agiam como proteção contra a ação das bactérias e contra o ataque de insetos que perfuravam a casca até atingir o cerne das árvores. A resina que saía da madeira acabou por perder o ar e a água de seu interior. Com o passar do tempo (milênios) as substâncias orgânicas formadoras do âmbar acabaram se polimerizando, formando assim uma resina endurecida e resistente ao tempo e à água.

 História

Desde a pré-história, as regiões banhadas pelo Mar Báltico, como Lituânia, Letônia e Estônia, são a principal fonte de âmbar. Acredita-se que o material foi utilizado desde a Idade da Pedra. Foram encontrados também objetos de origem báltica nos túmulos egípcios datando 3200 a. C. Outra pista importante foram objetos encontrados na Escandinávia que eram utilizados por vikings dos anos 800 até 1000 d. C.

O nome vem do arábico anbar, provavelmente através do espanhol, porém esta palavra referia-se originalmente a ambargris, a qual é uma substância animal completamente distinta do âmbar amarelo. O âmbar verdadeiro tem sido chamado às vezes de karabe, uma palavra da derivação oriental significando "o que atrai a palha", em alusão ao poder que o âmbar possui de adquirir uma carga elétrica pela fricção. Esta propriedade, observada primeiramente por Thales de Miletus, sugeriu a palavra "eletricidade", do grego elektron nome aplicado, entretanto, ao âmbar e a uma liga de ouro e prata.

O âmbar é chamado também de electrum, sucinum (succinum), e glaesum ou glesum por escritores latinos. Em hebreu arcaico hashmal significar âmbar, embora o hebreu moderno use a palavra i'nbar, inspirada do árabe. A palavra em alemão é Bernstein, e em letão é Dzintars. Em lituano o âmbar é chamado "Gintaras".

Durante o século 13, os Cavaleiros Teutônicos controlaram a produção do âmbar na Europa, proibindo sua coleta desautorizada das praias na costa do Báltico, sob sua jurisdição, punindo infratores desta ordem com a morte.

Composição

O âmbar é um mineralóide de origem orgânica, heterogêneo na composição, que consiste de diversos corpos resinosos mais ou menos solúveis no álcool, éter e clorofórmio, associado com uma substância insolúvel betuminosa, derivado de resinas de árvores coníferas e plantas leguminosas que, enterradas durante milhões de anos, sofreram um processo de polimerização (Uma das formas de fossilização). É encontrado na forma de nódulos irregulares de coloração amarelo-parda, às vezes turva devido à inclusão de minúsculas bolhas de ar. Sua composição média é C10H16O. Aquecido pouco abaixo 300 °C, sofre uma decomposição que gera o "óleo do âmbar" deixando um resíduo marrom escuro ou negro chamado "amber colophony", ou "amber pitch". Quando dissolvido em óleo "turpentina" ou em óleo de linhaça, forma-se o verniz de âmbar ou laquê de âmbar.

Ao ser aquecido até a queima, libera um odor agradável (almiscarado), se funde em temperaturas entre 280 e 290 C. É insolúvel em água, porém se dissolve em éter e clorofórmio. Quando transparente, apresenta um índice de refração entre 1,53 e 1,55, sua dureza varia entre 2 e 3 (bem maior que outras resinas fósseis) e a massa específica varia 1,05 a 1,10.

Âmbar Báltico

O âmbar báltico (alguns chamam de verdadeiro) libera na destilação seca ácido succínico cuja emanação aromática, algumas vezes irritante, se dá principalmente a este ácido nas variedades opaco pálidas ou ósseas, numa proporção aproximada de 3 a 8% da massa total. A diferença de outros similares de outras regiões do planeta é justamente a quantidade emanada de ácido succínico. Outras resinas fósseis denominadas frequentemente de âmbar não contêm o referido ácido, ou somente uma proporção muito pequena. Foi por este motivo que o professor J. D. Dana propôs o nome succinite somente para o âmbar báltico.

Geralmente em trabalhos científicos o termo específico para o âmbar báltico é "ambar prussiano".

O chamado succinite é encontrado como nódulos irregulares em uma areia glauconítica marinha, conhecida como terra azul, ocorrendo no início do período oligoceno na região de Sambia no Mar Báltico, no Kaliningrad Oblast, onde é explorado até a atualidade.

Origem

Acredita-se, entretanto, ter sido derivado do período Terciário e com depósitos do (Eocene). Ocorre como derivado mineral em antigas formações. Sabe-se que existem resquícios de uma flora abundante que ocorrem na época da formação do âmbar, sugerindo relações com o flora oriental Ásia e a parte do sul da América do Norte.

H. R. Goppert nomeou o pinheiro "amber-yielding" comum nas florestas do Báltico Pinites succiniter. A madeira encontrada fossilizada não parece diferir geneticamente da existente também chamada de Pinius succinifera.

É improvável, entretanto, que a produção do âmbar estêve limitada a uma única espécie, um grande número de coniferas que pertencem a gêneros diferentes produziram a resina.

Espécimes envoltos

Muitas peças encontradas contém além de espécimes vegetais em seu interior belamente preservados, também numerosos insetos, aranhas, anelídeos, crustáceos e outros organismos minúsculos que foram envoltos quando a exudação era fluídica.

Na maioria dos casos a estrutura orgânica desapareceu, deixando somente uma cavidade oca. Porém, pelos, penas, fragmentos de madeira, (com os tecidos bem-preservados pela impregnação da resina), flores e frutos foram encontrados ocasionalmente em perfeito estado.

Às vezes o âmbar retém a forma de gotas e de stalactites, às vezes na forma como ele saiu dos dutos e dos receptáculos das árvores feridas. O desenvolvimento anormal da resina foi chamado succinosis.

Impurezas

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As impurezas são frequentemente mais recentes, em especial quando a resina caiu sobre à terra, de modo que o material foi contaminado. Excepcionalmente ocorreu um envernizamento, quando o âmbar impuro é chamado de firniss.

Os cercos de piritas podem dar uma cor azulada ao âmbar. O âmbar preto é chamado de jet sonte. O âmbar ósseo deve sua opacidade à bolhas de ar minúsculas.

 

Resumo

Resina fóssil - O âmbar é uma substância derivada de resinas de árvores e plantas que, enterradas durante milhões de anos, sofreram um processo de fossilização. Essas resinas produzidas pelos vegetais agiam como proteção contra a ação das bactérias e contra o ataque de insetos que perfuravam a casca até atingir o interior das árvores. Com o passar de milhões de anos, as substâncias orgânicas formadoras do âmbar acabaram formando uma resina endurecida, resistente ao tempo.

O Ambar Muda a Historia,

Uma recente descoberta causou um revés na teoria de que a Índia, um dia, foi um continente isolado há 50 milhões de anos. Cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Índia encontraram vestígios dessa relação intercontinental em um grande depósito de âmbar, espécie de resina pré-histórica fossilizada. O trabalho foi publicado no periódico americano Proceedings of The National Academy of Sciences.

Acredita-se que há 160 milhões de anos, a Índia era um subcontinente que se desprendeu lentamente, a 20 centímetros por ano, da massa de terra que hoje forma a África. A viagem da placa continental durou 110 milhões de anos até colidir com a Ásia, formando o Himalaia, região do maior monte do mundo — o Everest. Os cientistas acreditam que o tempo que durou entre o desprendimento da massa de terra da África até a colisão com a Ásia foi suficiente para o surgimento de espécies de animais e plantas diferenciados, com traços evolutivos que levariam até Madagascar ou o continente africano.

Universidade de Bonn

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Contudo, o âmbar encontrado pelos cientistas na região da cidade de Cambay, noroeste da Índia, contém espécies de artrópodes — como aranhas, moscas, abelhas e formigas — parentes de espécies encontradas no norte europeu, Ásia, Austrália e nas Américas. A resina fóssil encontrada pelos cientistas é capaz de mostrar, como uma fotografia antiga, como era a vida na ilha-continente 'momentos' antes da formação do Himalaia. Isso quer dizer que a Índia não era tão isolada assim, ainda que o âmbar encontrado pelos pesquisadores seja de uma época anterior à colisão do subcontinente com a Ásia. 

Os cientistas acreditam que o isolamento do subcontinente foi quebrado pela formação de grandes cadeias de ilhas vulcânicas entre as placas continentais. Elas teriam servido de plataforma para o intercâmbio de espécies de diferentes regiões.

Resina fóssil - O âmbar é uma substância derivada de resinas de árvores e plantas que, enterradas durante milhões de anos, sofreram um processo de fossilização. Essas resinas produzidas pelos vegetais agiam como proteção contra a ação das bactérias e contra o ataque de insetos que perfuravam a casca até atingir o interior das árvores. Com o passar de milhões de anos, as substâncias orgânicas formadoras do âmbar acabaram formando uma resina endurecida, resistente ao tempo.

O âmbar indiano ainda levantou outras perguntas. Apesar de ser frequente o aprisionamento de plantas e insetos na resina de árvores, eles não são preservados com o tempo. No âmbar encontrado na Índia, contudo, os insetos estão em ótimo estado de conservação.


Essa formiga foi

aprisionada há mais de

50 milhões de anos

e está bem conservada

Falsificaçoes do Ambar

Uma das características mais apreciadas no âmbar é a presença de inclusões de pequenos animais, como insectos (na grande maioria), aranhas, larvas, formigas, lagartos, entre outros, e de restos de plantas (folhas, sementes, etc.), que muitas vezes contém. Infelizmente fazem-se muitas falsificações, tal como inserir propositadamente animais dentro de peças de âmbar para as vender mais caras ou, mais frequentemente, em resinas não fósseis (copal), vendidas depois como âmbar. 
 
O_âmbar5.jpgA maior parte dos animais que aparecem no âmbar pertencem a espécies já extintas, enquanto que nas imitações pertencem a espécies ainda existentes. Este facto constitui uma ajuda na separação do âmbar das imitações e é de grande valor para os cientistas no estudo das formas de vida primitivas. Como já mencionado, as inclusões encontram-se, em geral, bem preservadas e inalteradas na sua forma original tridimensional, enquanto que os animais fossilizados em rochas sedimentares, na maior parte das vezes, não mantêm a sua forma original, apresentando-se achatados e deformados.

Entre os substitutos do âmbar encontra-se o copal, o vidro e diversos tipos de plásticos. As imitações com inclusões de animais são, usualmente, de copal ou de polyester e polistireno (plásticos modernos).

O vidro não é das melhores imitações, porque as suas propriedades diferem muito das do âmbar: entre as mais evidentes a olho nu encontram-se o tipo de brilho (vítreo e não resinoso), a densidade (é relativamente ao âmbar muito mais pesado) e a temperatura ao toque (é frio quando comparado com o âmbar, porque conduz com maior eficácia o calor).

O copal é uma boa imitação porque, sendo uma resina, apresenta muitas semelhanças com o âmbar, tornando-se mais difícil proceder à sua distinção. No entanto, como é uma resina “jovem”, na maioria das vezes com menos de 100 anos de idade, e que sofreu apenas parcialmente os processos de fossilização, apresenta maior fragilidade que o âmbar - em pouco tempo pode desenvolver rachas (fracturas) na sua superfície. Para além destes factores, é afectado pelo éter, ao contrário do âmbar, e funde a temperaturas inferiores, exalando um cheiro adocicado. O copal africano e a goma Kauri da Nova Zelândia são duas resinas “jovens” muito conhecidas. Todas estas resinas são frequentemente denominadas de copal, nome de origem azteca (copalli) e que significa incenso.

A clarificação é um tratamento que se faz ao âmbar que contém muitas bolhas de ar e que por isso tem um aspecto “nebuloso”: é aquecido em óleo vegetal, de forma a tornar-se mais transparente, e durante o processo é frequente formarem-se fracturas de aspecto discoidal, que frequentemente são deliberadamente induzidas. Por vezes procede-se a um tratamento por aquecimento para escurecer o âmbar, de modo a que este pareça mais antigo. As tintas podem também ser utilizadas para conseguir este efeito ou para induzir outras cores.

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