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Diamantes estão entre as mais belas e caras jóias vendidas atualmente, e além disso, são extremamente populares. Eles são um importante símbolo de noivado em várias partes do mundo e aparecem em todos os lugares, de simples brincos às tiaras e coroas usadas pela realeza!

Por serem tão populares e caros, os diamantes se tornaram o alvo ideal dos imitadores ao longo dos anos, com tentativas como o vidro lapidado, rhinestones e zircônia cúbica procurando imitar a beleza deles por um preço mais baixo. Mas o problema é que nenhuma delas era uma imitação particularmente boa, pois não tinham o esplendor e brilho do diamante verdadeiro.

A mais recente tentativa da tecnologia em imitar o diamante é um produto chamado moissanita. Nesta edição do How Stuff Works, você vai aprender sobre esta jóia tão interessante: sua história, qualidades, criação e disponibilidade!

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Wiki

A moissanite, moissanita ou carborundum, é um mineral raramente encontrado na natureza composto por carboneto de silício SiC. Sendo estes nomes normalmente usados para se refer a cristais feitos em laboratório.

A sua designação deriva do nome do seu descobridor, o químico francês Henri Moissan (1852-1907).

A moissanite forma-se sob variadas formas, do ponto de vista estrutura: hexagonal, romboédrica ou cúbica. A sua dureza é muito alta, com valor igual a 9,25.

Os grandes cristais de moissanite são comercializados como imitações de diamante.

É igualmente utilizada como abrasivo, sob a designação de carborundum.

História da moissanita

 
Em 1893, o cientista francês vencedor do Prêmio Nobel, Dr. Henri Moissan, descobriu pequenas quantidades de um novo mineral: o carboneto de silício natural. Esse mineral estava localizado em um antigo meteorito encontrado no Diablo Canyon, no Arizona. Posteriormente chamado de "moissanita", em homenagem ao dr. Moissan, essa reserva do mineral era limitada demais para que fosse usada em jóias.

Mais de um século depois, a Cree desenvolveu um processo para produção de cristais grandes e individuais de moissanita. Então, em 1995, um exímio polidor de diamantes observou amostras dos cristais de carboneto de silício e sugeriu aos fundadores da Charles and Colvard que, se trabalhados corretamente, esses mesmos cristais seriam capazes de criar uma jóia lindíssima. A empresa não só reconheceu o potencial do minério como também percebeu que, para que as jóias de moissanita fossem usadas, teriam de ser fabricadas (basicamente, não há reservas naturais desse minério). Em 1995, a Charles and Colvard firma uma parceria com a Cree (um laboratório de pesquisas e desenvolvimento da Carolina do Norte) para desenvolver pedras preciosas maiores para a Charles and Colvard usar no programa de desenvolvimento incolor da Cree. Graças à parceria com a Cree, a Charles and Colvard é a única fabricante mundial e distribuidora de pedras de moissanita criadas em laboratório.

 

Tratamentos Moissanite

Um moissanite quase incolor foi tratado termicamente, causando uma cor acastanhada em todas as facetas. Limpeza e polimento manual das amostras, utilizando óxido de cério em couro, restaurou a reflectividade para 98% do material não tratado. Se o aquecimento faz parte de qualquer experimento de teste em uma moissanite suspeita, o gemmologista deve lembrar que a oxidação da superfície pode ocorrer e manter o nível de aquecimento ao mínimo. A cor da superfície pode sofrer alteração.

 

Propriedades físicas de Moissanite

Mohs Hardness: 9 a 9.5

Gravidade específica: 3,17 a 3,24

Qualidade de clivagem: Nenhum

Fratura: Conchoidal

Sensibilidade ao calor: Pode ficar amarelada se aquecida (lâmpada de 250 watts)

Índice de refração: 2.648 a 2.691

Caráter óptico: Uniaxial / +Birefringência 0,043

Pleochroism: Nada

Dispersão: 0.104

Cor (Geral): Incolor, esverdeado, amarelado

Transparência: Transparente

Brilho: Adamantine

Fluorescência (Geral): Normalmente laranja escuro ou azul claro

Sistema de cristal: Hexagonal

Hábito: Tabular

Onde encontrado: Um mineral raro: formado em um meteorito de ferro; como inclusões em diamantes; em kimberlitas e lamproites diamantíferas, e em eclogite; em brechas vulcânicas e riólitos; em alluvium.

Inclusões: agulhas brancas


 

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