Alexandrita Incrustada no Xisto Peça Rara Coleção Cod 117957 - Loja Cristaisdecurvelo

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Alexandrita Incrustada no Xisto Peça Rara Coleção Cod 117957

(Cód.117957)
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Alexandrita Pedra incrustada na Matriz de Xisto ,mineral para colecionador ou uso esoterico, pedra de bom tamanho em forma natural do garimpo, cor natural sem nenhum trabalho de bombardeamento, ou tingimento. Grupo do Crisoberilo peça muito rara e dificil de achar .


NOME DA(S) PEDRA(S): Alexandrita 

COR DA(S) PEDRA(S): Verde Forte Incrustada no Xisto Preto Foto Autêntica

CORTE DA(S) PEDRA(S): Bruto Natural 

CLARIDADE DA(S)  PEDRA(S): Sem Cristalização 

MEDIDA DA(S) PEDRA(S):  4,7 x 2,6 (Centimetros).

PESO TOTAL DA PEDRA(S): Exatos 31 Gramas 

Por ser pedra natural  podem apresentar variações em suas tonalidades e grafismos. Há também a 

possibilidade de ocorrerem pequenas inclusões que irão se assemelhar a fissuras, mas que são 

normais de minerais autentico de garimpo.  Hidratação oleo mineral.

Por ser pedra natural  podem apresentar variações em suas tonalidades e grafismos. Há também a possibilidade de ocorrerem pequenas inclusões que irão se assemelhar a fissuras, mas que são normais de minerais autentico de garimpo.  Hidratação oleo mineral.

Alexandrita

 Tipo: Boa pedra para evitar que energias psíquicas exteriores venham exercer força sobre nós. Traz força e coragem para provermos nossa própria renovação e regeneração, dando espaço para idéias novas ou fomentando a liberação de preconceitos e velhos hábitos mentais. Dá maturidade emocional, alegria e proteção. Graças a uma renovada flexibilidade e emocional, aumenta a graça e a elegância nos gestos e nas atitudes. Atua sobre a auto-estima e facilita o equilíbrio emocional. Qualidades femininas são ligeiramente amplificadas. Doenças do sistema nervoso, leucemia e problemas associados às glândulas linfáticas e ao baço podem ser aliviados. Aumenta a assimilação de proteínas. Pode ser utilizada na cromoterapia para uma amplificação dos efeitos desta técnica.

   Chacras: Sétimo, sexto, quarto.

  
 Bodas: 45 anos.

Alexandrita ou alexandrite é uma variedade do mineral crisoberilo e uma pedra preciosa muito apreciada e de grande valor. Muda sua cor de acordo com a luz: à luz natural é geralmente verde-oliva, mas à luz artificial assume cor vermelha. O crisoberilo algumas vezes pode conter minúsculas inclusões em forma de agulhas, paralelas, que refletem uma luz prateada e ondulante (efeito de acatassolamento). Quando lapidada em cabochão, a alexandrita é conhecida como Olho de Gato. O seu nome homenageia o Czar Alexandre II da Rússia.

 

É uma das pedras mais caras, sendo encontrada nos Montes Urais na Rússia e no município de Antônio Dias em Minas Gerais.

A Alexandrita é considerada uma gema de colecionador, devido a sua extrema beleza e raridade. Sua característica mais notável é a mudança de cor em função da luz que incide sobre a pedra. Embora sua cor original à luz do dia seja verde, sob a luz de uma lâmpada incandescente se torna vermelha. É usualmente lapidada nos formatos oval, redondo, em talhos mistos e retangular em degraus. Considerando a extrema raridade desta gema, pedras com inclusões são bem aceitas pelo mercado, embora sua pureza seja muito valorizada.     Tentativas de imitações da Alexandrita feitas no passado com a utilização de Espinélios e Coríndons sintéticos obtiveram resultados bastante modestos; mais recentemente, têm sido produzidas Alexandritas sintéticas somente para uso industrial, o que as torna ainda mais raras do que a gema natural. Em relação à Granada Grossulária, pedra que também apresenta variação de cor, a diferenciação deve ser feita observando-se a birrefringência, já que a Granada é monorrefringente.

A mais rara e valiosa variedade de crisoberilo exibe as cores verde e vermelha, as mesmas da Rússia Imperial, e seu nome é uma homenagem a Alexandre Nicolaivich, que mais tarde se tornaria o czar Alexandre II; de acordo com relatos históricos, a sua descoberta, nos Montes Urais, em 1830, deu-se no dia em que ele atingiu a maioridade.

 

 

 

Como uma das mais cobiçadas gemas, esta cerca-se de algumas lendas, a mais difundida das quais diz que o referido czar teria ordenado a execução de um lapidário, depois que este lhe devolveu uma pedra de diferente cor da que lhe houvera sido confiada para lapidar.

 

 

 

Esta lenda deve-se ao fato de que a alexandrita apresenta um peculiar fenômeno óptico de mudança de cor, exibindo uma coloração verde a verde-azulada (apropriadamente denominada “pavão” pelos garimpeiros brasileiros) sob luz natural ou fluorescente e vermelha-púrpura, semelhante a da framboesa, sob luz incandescente. Quanto mais acentuado for este cambio de cor, mais valorizado é o exemplar, embora, para alguns, os elevados valores que esta gema pode alcançar devam-se mais a sua extrema raridade que propriamente à sua beleza intrínseca.

 

 

 

Esta instigante mudança de cor deve-se ao fato de que a transmissão da luz nas regiões do vermelho e verde-azul do espectro visível é praticamente a mesma nesta gema, de modo que qualquer cambio na natureza da luz incidente altera este equilíbrio em favor de uma delas. Assim sendo, a luz diurna ou fluorescente, mais rica em azul, tende a desviar o equilíbrio para a região azul-verde do espectro, de modo que a pedra aparece verde, enquanto a luz incandescente, mais rica em vermelho, faz com que a pedra adote esta cor.

 

 

 

Este exuberante fenômeno é denominado efeito-alexandrita e outras gemas podem apresentá-lo, entre elas a safira, algumas granadas e o espinélio. É importante salientar a diferença entre esta propriedade e a observada em gemas de pleocroísmo intenso, como a andaluzita (e a própria alexandrita), que exibem distintas cores ou tons, de acordo com a direção em que são observadas e não segundo o tipo de iluminação a qual estão expostas.

 

 

 

Analogamente ao crisoberilo, a alexandrita constitui-se de óxido de berílio e alumínio, deve sua cor a traços de cromo, ferro e vanádio e, em raros casos, pode apresentar o soberbo efeito olho-de-gato, explicado detalhadamente no artigo anterior, no qual abordamos o tema do crisoberilo.

 

 

 

As principais inclusões encontradas na alexandrita são os tubos de crescimento finos, de forma acicular, as inclusões minerais (micas, sobretudo a biotita, actinolita acicular, quartzo, apatita e fluorita) e as fluidas (bifásicas e trifásicas). Os planos de geminação com aspecto de degraus são também importantes características internas observadas nas alexandritas.

 

 

 

Atualmente, os principais países produtores desta fascinante gema são Sri Lanka (Ratnapura e diversas outras ocorrências), Brasil, Tanzânia (Tunduru), Madagascar (Ilakaka) e Índia (Orissa e Andhra Pradesh).

 

 

 

No Brasil, a alexandrita ocorre associada a minerais de berílio, em depósitos secundários, formados pela erosão, transporte e sedimentação de materiais provenientes de jazimentos primários, principalmente pegmatitos graníticos. Ela é conhecida em nosso país pelo menos desde 1932 e acredita-se que o primeiro espécime foi encontrado em uma localidade próxima a Araçuaí, Minas Gerais. Atualmente, as ocorrências brasileiras mais significativas localizam-se nos estados de Minas Gerais (Antônio Dias/Hematita, Malacacheta/Córrego do Fogo, Santa Maria do Itabira e Esmeralda de Ferros), Bahia (Carnaíba) e Goiás (Porangatú e Uruaçú).

 

 

 

A alexandrita é sintetizada desde 1973, por diversos fabricantes do Japão, Rússia, Estados Unidos e outros países, que utilizam diferentes métodos, tais como os de Fluxo, Czochralski e Float-Zoning, inclusive na obtenção de espécimes com o raro efeito olho-de-gato.

 

 

 

A distinção entre as alexandritas naturais e sintéticas é feita com base no exame das inclusões e estruturas ao microscópio e, como ensaio complementar, na averiguação da fluorescência à luz ultravioleta, usualmente mais intensa nos exemplares sintéticos, devido à ausência de ferro, que inibe esta propriedade na maior parte das alexandritas naturais.

 

 

 

Na prática, a distinção por microscopia é bastante difícil, seja pela ausência de inclusões ou pela presença de inclusões de diferente natureza, porém muito semelhantes, o que, em alguns casos, requer ensaios analíticos mais avançados, não disponíveis em laboratórios gemológicos standard.

 

O custo das alexandritas sintéticas é relativamente alto - mas muito inferior ao das naturais de igual qualidade - pois os processos de síntese são complexos e os materiais empregados caros. O substituto da alexandrita encontrado com mais frequência no mercado brasileiro é um coríndon sintético “dopado” com traços de vanádio, que também exibe o câmbio de cor segundo a fonte de iluminação sob a qual se observa o exemplar. Eventualmente, encontram-se, ainda, espinélios sintéticos com mudança de cor algo semelhante à das alexandritas.

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