Piramide Jadeita Baseada Queops Pedra Grande Lapidado Manual Cod PJ793.1 - Loja Cristaisdecurvelo
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Piramide Jadeita Baseada Queops Pedra Grande Lapidado Manual Cod PJ793.1

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Pirâmide Pedra Jadeita Verde Baseada nas medidas da grande egipicio QUÉOPS com lapidação artesanal ( manual) produto totalmente natural, tamanho Grande Pedra comum

JADEITA desde a antiguidade, ele é considerado como um mascote que possa afugentar maus espíritos.


NOME DA(S) PEDRA(S): Jadeita ou Jade + Nefrita 

COR DA(S) PEDRA(S): Verde com rajas bege e Amarelo Foto Autêntica

CORTE DA(S) PEDRA(S): Piramide ( Baseada em Queops) Não exato!

CLARIDADE DA(S)  PEDRA(S): Sem Transparencia 

MEDIDA DA(S) PEDRA(S):  Base 9,6 x 8,9 Altura base ao Topo  (Centimetros) Medidas Baseadas em Queops Não exatas

 PESO TOTAL DA PEDRA: Exatos 793.1 Gramas   Obs: Anuncio unico comprar outra CLICK AQUI

ORIGEM: Canadá (Colúmbia Britânica), EUA (Alaska), China (Provìncia de Liaoning e diversas outras regiões), Rússia, Nova Zelândia e Austrália.

 

Jadeita

Fórmula Química - NaAlSi2O6  

 Composição - 15,22 % Na2O, 23,79 % Al2O3, 1,96 % Fe2O3, 59,03 % SiO2

 Cristalografia - Monoclínico       

 Classe - Prismática

Propriedades Ópticas - Biaxial positivo

Hábito - Maciço, granular, fibroso, compacto

Clivagem - Distinta em {110}

Dureza - 6

Densidade relativa - 3,2 - 3,4

Fratura - Irregular

Brilho - Lustroso, subvítreo a perláceo

Cor - Incolor, branco, verde, azul-esverdeado

Associação -  Associada a albita, quartzo, lawsonita.

Propriedades Diagnósticas - Propriedades ópticas, testes químicos, associação mineral. 

 Ocorrência - Presente em rochas metamórficas de alta pressão como glaucofânio-xistos.

Usos - Gema e ornamentação.

Jade é uma das pedras preciosas de que os chineses gostam mais. Desde a antiguidade, ele é considerado como um mascote que possa afugentar maus espíritos. A jadeíta é uma das espécies de jade mais preciosa. Agora, os adornos, artesanatos e joias feitos com esta pedra são muito procurados por artístas e outros consumidores. Mas, no mercado chinês, sempre há produtos falsificados, pelo que foram estabelecidos vários órgãos de identificação de jadeíta.

2 700 anos atrás, Bian He do Reino Chu encontrou na montanha um pedaço de jade e ofereceu-o ao rei. Mas, a pedra trouxe-lhe a má sorte. Como o mestre da corte não conhecia esta pedra preciosa, considerando-a uma pedra sem nenhum valor, o rei mandou cortar o pé esquerdo de Bian He como castigo. Mas ele persistiu em oferecer esta pedra ao novo rei. Mas, perdeu outro pé. Então Bian He chorou durante 3 dias e 3 noites. Ao ouvir isso, o rei mandou abrir a pedra e descobriu o jade lá no meio da pedra, sendo baptizado com He Shibi.

A história de Bian He demonstra que é difícil identificar o jade. Agora, os adornos e artesanatos feitos com esta pedra não pertencem apenas a nobres. O número crescente da população começaram a possui-los. Mas, muitas pessoas não sabem identificar. O comerciante Du Peng de Beijing gosta de colecionar o jade. Mas, não sabe avaliá-lo. Ele disse a nossa reportagem: "Eu compro sempre o jade que custa menos de 3 mil yuans. Mas, se for mais caro, não o comprará. Pois, não sei classificar a qualidade e avaliar seu valor".

É fácil entender o que o senhor Du pensa. Com o aumento da procura desta pedra, algumas pessoas começaram a falsificar, com diversos meios o jade em busca de grandes lucros. Em geral, os consumidores não sabem distinguir falsificados das verdadeiros.

A jadeíta tem várias cores: verde, amarela clara, branca, violeta e vermelha. É raramente encontrar a jadeíta totalmente verde, pelo que é caríssima. No mercado internacional de leilão, uma pulseira de jadeíta totalmente verde custa até milhões de yuans. Por isso, é alvo de falsificação por muitos comerciantes. 

Há dois meios para a falsificação de jade. O jade falsificado é mais mole que o verdadeiro.

A senhora Liuyan disse que o jade classifica-se em A, B, C. A significa que a pedra é de melhor qualidade. B, de baixa qualidade e C, tingida.

Para especialistas, é fácil classificar um pedaço de jade em B e C, com apenas a lupa de 10 vezes. Pois, se o jade for tratado, sua estrutura seria sabotada.

Com o desenvolvimento da ciências e tecnologias, o meio de falsificação tornou-se mais inteligente. Os falsificadores usam até o aparelho de lazer para tingir o jade. Para identifica-lo, é necessário usar aparelhos de identificação. O senhor Zhang Yingjun, investigador do Museu Geológico da China que trabalha neste setor há mais de 20 anos apresentou à nossa reportagem um dos aparelhos com que se identifica fácilmente a jadeíta. Ele afirmou: "Dichroscope pode identificar o jade falsificado. Se o jade fosse tingido, mudaria de verde para castanha".

Com o desenvolvimento do setor de jade, foram estabelecidos na China mais de 60 orgãos de identificação autorizados pelo governo chinês, equipados com laboratórios e aparelhos sofisticados, que tem o direito de passar o certificado de identificação. Para divulgar conhecimentos sobre a identificação de jade, os setores concernentes ministram sempre cursos e realizam palestras além de prestar gratuitamente consultas.

Jade é um termo genérico utilizado para designar duas espécies minerais, a jadeíta e a nefrita. Geralmente, estes minerais ocorrem na forma opaca, embora eventualmente hajam exemplares translúcidos.
 
Usado pelos chineses há milhares de anos, o jade tem importância cultural, reputação e apreciação quase inescrutáveis no Oriente. Todo o material utilizado pelos chineses na forma de entalhes até o século XIII trata-se de nefrita, sendo que a jadeíta, oriunda da antiga Birmânia, passou a ter aplicação apenas mais tarde, principalmente a partir do século XVIII.

Na América Central, a jadeíta já era utilizada pela Civilização pré-colombiana Maia e pelos povos Olmecas que habitavam a planície costeira do Golfo do México, uma vez que uma de suas principais fontes, histórica e atual, é a Guatemala.

Em termos de composição química, a jadeíta é um silicato de sódio e alumínio, enquanto a nefrita trata-se de um silicato de cálcio, magnésio e ferro.

Estes materiais são formados por massas compactas emaranhadas de diminutas fibras ou grãos cristalinos com orientação aleatória e são exemplos clássicos de gemas com elevada tenacidade, isto é, que oferecem grande resistência ao rompimento (o que as difere das de elevada dureza, que são aquelas dificilmente riscáveis).

Embora a cor verde seja a mais caracterísctica e valorizada na jadeíta, esta ocorre numa ampla gama de matizes, entre eles branco, lavanda, preto, alaranjado e castanho, geralmente mosqueados.

A jadeíta apresenta um espectro de absorção na região da luz visível bastante característico, observável através das bordas dos exemplares opacos, que consiste em uma típica banda na região do violeta.

Possui brilho reluzente a oleoso, dureza 6 ½ a 7,  peso específico 3,34 (± 0,04) g/cm3 (próxima à do líquido iodeto de metileno), índices de refração 1,660 - 1,680 (± 0,008), sendo a leitura do índice médio, pelo método de visão distante, em torno de 1,66. Ocasionalmente, exibe uma cor esbranquiçada sob luz ultravioleta.

A nefrita possui quase sempre a cor verde-espinafre, embora possa ocorrer também nos matizes branco, preto e amarelado. É mais fibrosa que a jadeíta e, em termos mineralógicos, equivale à tremolita e a actinolita.

A nefrita apresenta uma estrutura fibrosa, dureza 6 a 6 ½,  densidade 2,95 (- 0,05 + 0,08) g/cm3, índices de refração 1,606 – 1,632  (- 0,006), sendo a leitura do índice médio, pelo método de visão distante, em torno de 1,61 a 1,62.

As principais fontes de jadeíta são Mianmar (antiga Birmânia, na região de Hpakan, centro-norte do país), responsável por quase toda a produção mundial de boa qualidade; Guatemala (El Progreso e Zacapa) e, secundariamente, Rússia (Montes Urais e Sibéria Central), Cazaquistão e Japão.

A nefrita ocorre principalmente no Canadá (Colúmbia Britânica), EUA (Alaska), China (Provìncia de Liaoning e diversas outras regiões), Rússia, Nova Zelândia e Austrália.

A classificação de qualidade do jade leva em consideração não apenas os 4 tradicionais fatores cor, pureza, lapidação e peso, mas, adicionalmente, os denominados 2 Ts, em referência aos parâmetros transparência e textura.

A jadeíta de melhor qualidade é comercialmente denominada “imperial”; é translúcida a semitransparente e possui uma cor verde esmeralda vívida e brilhante. Este material é considerado o padrão de excelência a partir do qual são classificados todos os demais jades, incluindo a nefrita.

 A jadeíta pode ser tratatada de várias formas, sobretudo mediante tingimento (corantes orgânicos e outros), impregnação (parafina e cera) e aquecimento.

 

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