Pedra da Lua Rarissima Rolada Natural de Garimpo Cod PL9840 - Loja Cristaisdecurvelo
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Pedra da Lua Rarissima Rolada Natural de Garimpo Cod PL9840

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Codigo: PL9840

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Pedra da Lua Natural de Garimpo Ideal Para Esoterismo. Pedra com boa cor está pedra é de garimpo e não de laboratório como existe muitas no mercado. Pedra Verdadeira e Rarissima de se encontrar, Poucas unidades disponiveis.

A pedra-da-lua de garimpo é composta de um feldspato alcalino, majoritariamente potássico quer dizer de ortoclásio, na sua variedade "adularia".



NOME DA(S) PEDRA(S): Pedra da Lua

COR DA(S) PEDRA(S): Branco leitoso, com brilhos azulado ou Acinzentados Foto autêntica

CORTE DA(S) PEDRA(S): Rolado

CLARIDADE DA(S)  PEDRA(S): Opaco Vitreo

MEDIDA DA(S) PEDRA(S):  25 x 20  (Milímetros).

PESO TOTAL DA PEDRA: 
Exatos 54 Quilates

ORIGEM:  Sri Lanka, Brasil, Estados Unidos, Índia, Madagascar, Austrália, Tanzânia e Suíça.

OBS: Podem apresentar variações em suas tonalidades e grafismos. Há também a possibilidade de ocorrerem pequenas inclusões que irão se assemelhar a fissuras, mas que são normais. Hidratação oleo mineral. Só compre apos ler e entender isso!

 

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PEDRA DA LUA

 

A pedra-da-lua de garimpo é composta de um feldspato alcalino, majoritariamente potássico quer dizer de ortoclásio, na sua variedade "adularia". E trata-se na realidade de uma micropertita resultando a associação de plaquetas microscopicas de um feldspato sódico, a albita, dentro do ortoclásio quando do esfriamento da mistura ortoclásio e albita. O fenômeno de adularescência que é a aparição de efeitos azulados, é devida às interferências criadas por estas micro plaquetas de albita no ortoclásio que formam uma verdadeira rede de desvio de raio luminoso. Conforme o espaçamento das camadas destas redes de micro plaquetas de albita no ortoclásio, estes fenômenos de interferências induzindo os efeitos azulados ou esbranquiçados fazendo pensar aos raios lunares. Este fenômeno de desvio de raio luminoso com efeitos azulados é chamado de "adularescência, mas a pedra da lua branca pode também apresentar uma chatoyance do tipo "olho de gato" .

 Seu nome vem do sânscrito "shandra Kanti" para raio da lua. O papa Leon X possuiu uma pedra "que se transformava e se transmudava de cor azul e branca conforme as transformações e mudanças da lua". Variedades alaranjadas, castanhas, esverdeadas, provenientes da Índia apresentam o fenômeno de chatoiement e de asterisco, outras muito azuladas são chamadas arco-iris pois elas apresentam a mais adularescência (como a labradorita) e outras são mesmo verdes.

 Características Terapêuticas: Facilita na recuperação de estabilidade emocional, a reduzir tensões emocionais, a diminuir o cansaço, a desenvolver a intuição, a criatividade, a estimular o bom funcionamento de todos os órgãos do corpo humano, a aumentar a fertilidade nas mulheres e a diminuir os problemas durante a menopausa.

Dá inspiração e favorece as relações inter-pessoais. Neste sentido, ajuda a estabelecer a harmonia conjugal, a expressar os sentimentos e na reconciliação.

Deve ser utilizado por pessoas severas, pois transmite sensibilidade, doçura e tolerância.

Atenua sentimentos de rancor, inveja. O Cristal Pedra da Lua pode ser utilizado nos Chacras Esplénico (2º Chacra) que se situa no baixo-ventre (um pouco abaixo do umbigo) e Plexo Solar (3º Chacra) que se situa um pouco acima do umbigo.

Local de extração

No sul do Sri Lanka onde se recolta as mais belas, são encontradas na kaolinita no interior da qual a pedra constitui espécies de caroços havendo resistido à degradação de outros feldspatos. Minas rudimentares penetram até 50 metros de profundidade. Grandes pedras-da-lua e de boa qualidade são muito raras, mas existe podendo pesar 230 quilates. Encontra-se também no Brasil, nos Estados Unidos, na Índia (região de Madras), em Madagascar, na Austrália e na Tanzânia sem esquecer a Suíça onde esta padra a adularia, pegou o nome do monte Adula, no maciço de Saint-Gothard, onde ela foi descoberta.

Litoterapia cultural e histórica

Em inúmeros países da Asia, ela é utilizada para aliviar das doenças organizando pedras sobre seus diversos chacras. Portando nela poderes luares, a pedra da lua simbolizaria a feminidade e a fertilidade e as mulheres muçulmanas costuravam uma em seus vestidos para ter filhos. Ela regularia o si tema hormonal feminino colocando uma pedra sobre os ovários e o segundo chacra. A pedra da lua simboliza também a inocência da infância, quer dizer a virtude sem malicia.

Ela estimularia a imaginação e a sensibilidade, tornando os sonhos mais conscientes e premonitórios, sustentando as tomadas de decisão delicadas, desenvolvendo a intuição. Ela traria doçura e tolerância às pessoas renomadas, duras e severas, contribuindo à felicidade conjugal e reconciliando os amantes brigados. Ela era usada em período de lua crescente para aumentar o amor enquanto que no período decrescente ela dava uma visão do futuro. O médico Diooscoride, do primeiro século apos J.C., em sua "matéria medical", escreveu que a pedra da lua cura a epilepsia.

Pedras históricas e legendas

 O astrólogo e médico de Marguerite de Valois, esposa de François I°, fala da reprodução das fases da lua nesta pedra : "A pedra era da largura e comprimento de um nobre à rosa (uma moeda), mas mais espessa, negra como a substância resinosa tirada do pinho, apresentando aumentações e diminuições da luz da lua, em um certo ponto branca. (...) No instante da conjunção da lua e do sol, o índice da marca da lua aparecia no mais alto da redondeza da pedra como um pequeno grão obscuro que aumentava cada dia como um maxixe branco e acabava se tornando redondo no meio da pedra como uma grande ervilha, como a lua cheia : depois diminuía...".Esta pedra foi oferecida ao jovem rei Edward da Inglaterra. Legenda : No Sri Lanka, bem antes da constituição do reino cingalês, no século V° a.C., por uma noite de lua cheia, os raios de nosso satélite se transformavam em pedra de uma cor extraordinária dotada de poderes mágicos. Os habitantes fugiam do sol para a encontrar pois eles tinham notado que ela chamava chuva, fonte de vida no mês de Agosto quando da festa da Perahera. Reencontra-se em incrustações nos templos datando de mais de 1 000 anos a.C.


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