Hornblenda Natural Incrustado no Cristal de Quartzo Brilho Extra Cod HN8650 - Loja Cristaisdecurvelo
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Hornblenda Natural Incrustado no Cristal de Quartzo Brilho Extra Cod HN8650

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Hornblenda da familia dos anfibolios lindos Filamentos incrustado no cristal de quartzo pedra com excelente brilho ideal para coleção esoterismo Rocha da forma que saiu do garimpo, apenas vribrado pra aumentar o brilho.

 Anfibolios Hornblenda - É uma pedra indicada para tratar relacionamentos, pois desperta o Amor Incondicional ao mesmo tempo que melhora a comunicação entre as partes. Esta pedra promove a tranquilidade e a clareza de pensamentos.

NOME DA(S) PEDRA(S): Hornblenda ( Incrustado no Quartzo)

COR DA(S) PEDRA(S): Varias

CORTE DA(S) PEDRA(S): Bruto Natural ( apenas vribrado)

CLARIDADE DA(S)  PEDRA(S): Denso com cristalização ao transparente

MEDIDA DA(S) PEDRA(S): Altura 5,7 x 3,5 Largura Centimetros

PESO TOTAL DA PEDRA: Exatos 45 Gramas

Obs: Anuncio unico 

ORIGEM: America do Norte - Brasil -

Por ser pedra natural  podem apresentar variações em suas tonalidades e grafismos. Há também a possibilidade de ocorrerem pequenas inclusões que irão se assemelhar a fissuras, mas que são normais de minerais autentico de garimpo.  Hidratação oleo mineral. So compre apos ler e entender isso!

 

hornblenda

 Fórmula Química - Ca2Na(Mg,Fe)4(Al,Fe,Ti)AlSi8AlO22(OH,O)2 Composição -  A composição varia de acordo com as relações entre Ca/Na, Al/Fe3+, Mg/Fe2+, OH/F e Al/Si gerando inúmeras subespécies. Cristalografia - Monoclínico         Classe - Prismático
 Subespécies -
  tschermakita - Ca2Mg3(Al,Fe3+)2Si6Al2O22(OH,F)2.  edenita - (Ca,Na)2(Mg,Fe,Al)5Si7AlO22(OH)2. De Edenville, Nova Iorque (USA). pargasita - (Ca,Na)2(Mg,Fe)4AlSi6Al2O22(OH)2. De Pargas (Finlândia). Pode ser considerada como uma variedade sódica de hornblenda, com colação verde a azul.hornblenda basáltica - (Ca,Na)2-3(Mg,Fe)3-2(Fe,Al)2-3O2Si6Al2O22. (Sin.: Hornblenda marrom, oxi-hornblenda ou lamprobolita). Variedade de hornblenda caracterizada por alto conteúdo de sesquióxidos, principalmente Fe e Ti. Ocorre em basaltos (daí a denominação) e em outras rochas vulcânicas.
 Propriedades Ópticas - Biaxial negativa e positiva
 Hábito - Prismático, acicular, fibroso ou granular  Clivagem -  Perfeita em {110} Dureza - 5 - 6  Densidade relativa - 2,9 - 3,5 Brilho - Vítreo Cor - Incolor, verde ou castanho
 Associação -  Mineral comum, associado a minerais de rochas do tipo graníticas, peridotitos, gabro hornblendíticos, dioritos, tonalitos, sienitos, monzonitos e granodioritos.  Propriedades Diagnósticas - Pode ser identificada pelo seu traço amarelo-acinzentado ou castanho a vermelho, cor, hábito e propriedades ópticas.   Ocorrência - É um mineral frequente em rochas ígneas e metamórficas, estando também amplamente distribuido em sedimento detríticos Usos - Pode ser usada como pedra estatuária e seu pó, como inerte para veículo de inseticidas. Quando bem cristalizada pode ser usada como gema.

 

Anfibolios 

 

Grupo de importância similar à dos piroxênios, que ocorre em diversos tipos de rochas ígneas e principalmente nas metamórficas de temperatura média a alta, sendo que alguns tipos aparecem em condições de temperaturas baixas em rochas de natureza básica e/ou cálcio-silicática. A polimerização em fios duplos resulta no radical [Si4O11(OH)]7- ou [Si8O22 (OH)2]14-, sendo que os fios duplos estão unidos pore cátions dispostos intersticialmente resultando na fórmula geral AmXnYo/Z8O22(OH)2, todavia, como a posição A, raramente é ocupada, a formula geral também é escrita da seguinte maneira: X2-3Y5Z8O22(OH)2, onde a posição A é preenchida por cátions grandes (com cerca de 1,3 A de raio), em coordenação 12 com o oxigênio dos vértices dos tetraedros, representados principalmente pelo K, Ba e Rb; a posição X é ocupada por cátions grandes (cerca de 1 A de raio), em coordenação 8 (cúbica) com o oxigênio, representados principalmente por Ca, Na e mais raramente o K; a posição Y por cátions com dimensões de raios iônicos ao redor de 0,7 A (Mg, Fe2+, Fe3+, Al, Mn, Ti, Li, Mn3+, Cr, etc.), resultando em coordenação 6 (octaédrica) com o oxigênio ; a posição Z, por cátions pequenos em coordenação tetraédrica com o oxigênio gerando o radical da estruturação dos silicatos,"m", "n" e "o" correspondem ao número de elementos na formula química. Essa família mineral apresenta excelente paralelismo com a dos piroxênios, sendo que em ambas a polimerização orienta-se paralelamente à clivagem e ao eixo cristalográfico c. Como nos piroxênios, pode ocorrer substituição completa entre o Na e o Ca, e entre o Mg , o Fe, e o Mn2+. Ocorre também substituição limitada entre o Fe3+ e o Al e entre o Ti e outros íons do tipo Y, e substituição parcial do Si por Al, na posição do tipo Z dentro das cadeias duplas, de acordo com o exigido pelo princípio da neutralidade elétrica, ocorrendo a compensação de valência. A substituição do (OH) pelo F e pelo O na posição da hidroxila também é comum. Estas substituições geram um grande número de variedades, dentre as quais a hornblenda possui o campo mais amplo de variação, resultando em uma formula bastante complexa para esta variedade.
Os inossilicatos de cadeia dupla, a exemplo dos piroxênios, originam três subgrupos ou três variedades, uma cristalizada no sistema ortorrômbico, designada ortoanfibólios, outra no sistema monoclínico, denominada clinoanfibólios e a terceira no sistema triclínico, denominada anfibolóides ou minerais correlatos aos anfibólios. Nos ortoanfibólios os tetraedros ordenados em fios duplos são unidos apenas por cátions de dimensões em coordenação 6 com o oxigênio, resultando em uma simetria ortorrômbica; enquanto que nos clinoanfibólios, no grupo da cummingtonita-grunerita-dannemorita-hupfferita-tirodita, também apenas a posição Y está ocupada; todavia, na maioria das variedades estão ocupadas as posições Y e C, e em algumas variedades estão ocupadas todas as posições, ou seja A, X, Y.
A exemplo dos piroxênios, os anfibólios, exibem algumas variedades dimórficas, com membros ortorrômbicos e monoclínicos, onde a estrutura dos primeiros podem ser derivadas dos segundos por reflexão em (100) e, em consequência, mostram duplicação da dimensão a0 da cela unitária. Desta forma, surge uma série análoga à da enstatita, denominada de série da antofilita, que é dimorfa da série da cummingtonita, que por sua vez é análoga à série da clinoestatita, dos piroxênios. Os outros clino-anfibólios também encontram analogias com outros piroxênios, a exemplo da: tremolita com o diopsídio, actinolita com hedenbergita, glaucofana com jadeíta, riebeckita com egirina, hornblenda com augita etc.
A junção dos fios resulta em formas (hábitos) prismáticas segundo o eixo cristalográfico C, com clivagem prismática perfeita {11O}, formando ângulos de aproximadamente 560 e 1240; partições {100}, {001} e {010}, e geminações segundo {100}, que nas variedades monoclínicas aumenta a simetria.
A coloração dos anfibólios, a exemplo dos piroxênios, está na dependência do ferro, quanto maior a quantidade desse elemento mais acentuada será a cor verde, chegando ao preto. O sódio, a posição do alumínio, o manganês, o titânio e o cromo também influenciam na variação da cor dos anfibólios.
De um modo geral os anfibólios são gerados em temperaturas inferiores à dos piroxênios e tendem a apresentar formas mais alongadas (prismas e acículas), cores mais escuras e clivagem melhores em relação aos piroxênios.
O maior número de variedades mineralógicas comercializadas como amianto ou asbesto, são deste grupo. O termo asbesto provém do grego asbestos (incombustível, inextinguível, por sua resistência ao fogo), enquanto que o sinônimo amianto é derivado do latim amiantus. Esses termos são nomes comerciais de um grupo heterogêneo de minerais facilmente separáveis em fibras, com composições químicas e estruturas cristalográficas diferentes, usados como isolantes térmicos, acústicos e elétricos, em cimento-amianto, em lonas de freios, roupas antifogo, papel e muitos outros usos. Alguns autores listam mais de 350 minerais com estrutura fibrosa encontrados como minerais essenciais ou acessórios em rochas metamórficas e magmáticas. Os amiantos pertencem a dois grupos de minerais: serpentina representada pela variedade fibrosa denominada de crisotila e os minerais fibrosos do grupo dos anfibólios: antolilita, crocidolita, amosita, tremolita e actinolita.
A classificação dos anfibólios pode ser baseada na composição química ou cristaloquímica, em propriedades óticas e outras propriedades determinativa, a exemplo da difração de Raios X, todavia, as propriedades óticas e principalmente a difração não permitem diferenciar todas as variedades de um mesmo grupo, necessitando normalmente usar mais de um método para a classificação. Atualmente, devido à facilidade de análises químicas por microssonda, a classificação tem-se baseado fundamentalmente na composição química, com auxílio das propriedades óticas para separar os grandes grupos.
Obtendo-se a composição química calcula-se a formula química, com base na formula padrão, que é: A0-1B2C5T8)22(OH,F,Cl)2. Segundo Leake (1978), para o calculo da fórmula química dos anfibólio deve-se seguir o seguinte procedimento:
marcador se o conteúdo de hidroxíla e halogênios for bem estabelecido, ou se existe evidência de que o anfibólio é um oxi-anfibólio, a fórmula será calculada para 24(O,OH,F,Cl);marcador se o conteúdo de água (+) e halogênios for incerto, a fórmula será calculada sem água (e sem halogênios), sendo a base 23(O), assumindo-se que um O corresponde a 2(OH,F,Cl)marcador a posição T (8 cátions) será preenchida por Si; sendo este insuficiente o preenchimento será em ordem por Al, Cr3+, Fe3+ e Ti4+;marcador a posição C (5 cátions) será preenchida pelo excesso de Al, Cr, Ti, Fe3+, passando a seguir a incluir em seqüência o Mg, Fe2+ e o Mn;marcador a posição B será preenchida pelo excedente de Fe, Mn e Mg e completada por Ca e Na;marcador a posição A (0-1) é ocupada por K e pelo excesso de Na.As denominações acima correspondem às posições tetraédrica (T), M1, M2, M3 (C), M4 (B) e A (A), portanto a posição C possui 3 locais de alocação.
Obtida a fórmula-padrão do anfibólio, os clinoanfibólios poderão ser classificados primeiramente em quatro grupos principais com base no número de átomos de (Ca+Na)B e NaB. Cada um desses grupos sera considerado em diagramas binários com o número de átomos de Si e a razão Mg/(Mg+Fe2+), e com campos composicionais definindo denominações. Quando (Ca+Na)B <1,34 será o subgrupo do anfibólio ferro-magnésio-manganesífero; quando (Ca+Na)B > 1,34 e NaB < 0,67, ou seja CaB > 1,34, trata-se do subgrupo do anfibólio cálcico; quando (Ca+Na)B >= 1,34 e 0,67=NaB<1,34, anfibólio sódico-cálcico e quando (NaB>=1,34, o anfibólio será alcalino.
Para a nomenclatura dos anfibólio poderão também ser aplicados prefixos, quando da presença significativa de elementos que não são constituintes normais ou essenciais dos membros. Dessa forma, aparecem denominações de cloro-actinolita, ferri-hornblenda, oxi-hornblenda, etc.
Pelo exposto acima fica claro que as seguintes variáveis são consideradas na classificação dos anfibólios: Si,AlIV,(Ca+Na)B,(Na,K)A,Ca,AlVI,Fe3,Ti,F,Cl,K,Mn,Cr,Zn,Li,Pb,OH,O e Mg/(Mg+Fe2)
Os ortoanfibólios possuem simetria ortorrômbica e é constituída pelas seguintes séries isomórficas: antofilita (magnésio-antofilita, ferro-antofilita e sódio-antofilita), com a fórmula geral [Nax(Mg,Mn,Fe2)7-yAly(Alx+ySi8-x-y)O22(OH,F,Cl)2], onde x+y<1,00, se for maior é gedrita; gedrita (magnésio-gedrita, ferro-gedrita e sodio-gedrita), com a fórmula química padrão [Nax(Mg,Mn,Fe2)7-yAly(Alx+ySi8-x-y)O22(OH,F,Cl)2], onde x+y>=1,00, diferindo da antofilita com base no AlIV total, que sendo maior que 0,99 é gedrita; e pela holmquistita (magnésio-holmquistita, ferro-holmquistita), a qual possui a seguinte formula padrão [Li2(Mg,Fe2)3(Fe3Al)2Si8O22(OH,F,Cl)2], para Li>=1,00, sendo que na formula estrutural esse elemento perfaz cerca de 1,7%.
Os clinoanfibólios reúnem os inossilicatos de cadeia dupla cristalizados no sistema monoclínico e a exemplo dos piroxênios constituem diversas séries isomórficas, onde se destacam as seguintes séries isomórficas: cummingtonita (magnésio-cummingtonita, grunerita, tirodita e dannemorita); clino-holmquistita (magnésio-clinoholmquistita e ferroclino-holmquistita); anfibólios cálcicos (tremolita-actinolita-ferro-actinolita; edenita, ferro-edenita; pargasita, pargasita ferrosa, ferro-pargasita; hastingsita, magnésio-hastingsita, hastingsita magnesiana; alumino-tschermakita, ferro-alumino-tschermakita, ferri-tschermakita, ferro-tschermakita, ferro-ferri-tschermakita; alumino-magnésio-hornblenda, hornblenda actinolítica, hornblenda tremolítica, hornblenda ferro-actinolítica, magnésio-hornblenda, ferro-hornblenda, hornblenda-edenítica, hornblenda ferro-edenítica, hornblenda pargasítica, hornblenda ferro-pargasítica, hornblenda tschermakítica, hornblenda ferro-teschermakítica, alumino-ferro-hornblenda, hornblenda magnésio hastingsítica, hornblenda hastingsitica magnesiana ; kaersutita, ferro-kaersutita); anfibólios sódicos (richterita, ferro-richterita; winchita, ferri-winchita, alumino-wichita, ferro-alumino-winchita, ferro-ferri-winchita; alumino-barroisita, ferro-barroisita, ferro-alumino-barroisita, ferri-barroisita, ferro-ferri-barroisita; cataforita, magnésio-ferri-cataforita, magnésio-alumino-cataforita, ferri-cataforita, alumino-cataforita; ferri-taramita, taramita, magnésio taramita, magnésio-ferri-taramita, alumino taramita, magnésio-alumino-taramita); anfibólios alcalinos (glaucofânio, ferro-glaucofânio, crossita; magnésio-riebeckita, riebeckita; eckermannita, ferro-eckermannita; magnésio-arfvedsonita, arfvedsonita; kuzulita)

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