Fio Cristal Pedra Rolado Grande Furado 80 cm Furos Manuais no Centro da Pedra - Loja Cristaisdecurvelo

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Fio Cristal Pedra Rolado Grande Furado 80 cm Furos Manuais no Centro da Pedra

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Fio Pedra Rolada Quartzo Cristal Grande furos MANUAIS ao meio da pedra, furos bem centrais, pedras roladas, são pedras formadas em maquinas de rola e polidas, não são cascalho rolado

 

NOME DA(S) PEDRA(S): Quartzo Cristal 

COR DA(S) PEDRA(S): Cristal Translucido

CORTE DA(S) PEDRA(S): Lapidação Rolado Comum ( Não é cascalho)

CLARIDADE DA(S)  PEDRA(S): Vitrio Semi Transparente

MEDIDA DA(S) PEDRA(S):  15 a 27 (Milimetros).  Media

MEDIDA DO FIO: 80 cm 

QUANTIDADE DE PEDRA: 80 a 110 Pedras por Fio Aproximadamente

 

ORIGEM: America do Sul - BRASIL (Curvelo MG)

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Foto Ilustrativa da pedra que ira receber qualquer diferença pode ser efeito de luz no studio nada que comprometa o valor natural da pedra

Cristais

 autoria: Déa Lins


UMA MESMA ENERGIA REGE AS PEDRAS E TODOS NÓS

Ninguém sabe realmente quanto tempo um cristal leva para se formar. Alguns geólogos falam em milhares de anos, enquanto outros afirmam que, a partir da combinação dos elementos adequados e sob condições específicas, a maioria dos cristais pode se formar em poucos minutos. No que todos concordam é que as formações minerais cristalinas são especiais. Não só pela beleza incomum mas pelos poderes que são a elas atribuídos por muitos pesquisadores.
A maioria dos cristais se forma no magma, camada interior da Terra composta de gases incandescentes e metais em estado líquido, em alta temperatura. À medida que porções desse material fundido alcançam camadas mais externas da Terra, começam a esfriar (lenta ou repentinamente) e a endurecer. Quando essa massa de rocha esfria totalmente, os átomos que a compõem agrupam-se de forma especialmente regular, assim nascendo os cristais, formações simétricas e, em sua maioria, com algum grau de transparência.
Alguns cristais formam-se em cavidades vulcânicas que são “falhas” na lava resfriada depois das erupções dos vulcões e onde ficam retidos alguns gases. Outros ganham forma pelo acúmulo de sais em praias, rios ou veios d'água subterrâneos. A erosão lenta de rochas, provocada pelo trabalho do vento, água e gelo, faz com que elementos como o carbono ou o silício sejam liberados e se agrupem sob condições muito especiais e assim surgem também alguns cristais.
A outra forma de um cristal nascer é sob uma forte pressão. Terremotos e pequenos movimentos na crosta fazem com que rochas de superfície e cristais já formados escorreguem para camadas mais profundas. Ali, os cristais são fortemente comprimidos e ganham uma incrível resistência, passando por um processo conhecido como recristalização. É assim que nasce, por exemplo, o diamante, o mais duro de todos os minerais da Terra.
Para ter uma ideia da pressão que sofre um diamante antes de ficar “pronto”, basta saber que numa única gema, do tamanho do seu dedinho, estão concentrados mais átomos de carbono, que é o princípio químico da vida, do que em 50.000 árvores centenárias com mais de 30 metros de altura.
O QUE SÃO OS CRISTAIS
Como toda matéria, os cristais são compostos por partículas microscópicas, os átomos. Átomos são constituídos de partículas ainda menores: prótons, elétrons e nêutrons. Essas pequeníssimas porções de matéria estão em movimento constante, vibrando sempre. É por isso que se define toda a matéria como “energia concentrada”. Durante essas vibrações, cada átomo de matéria capta e emite energia ao mesmo tempo. Não existe, portanto, matéria morta. O mundo físico, palpável, nada mais é que o agrupamento de diferentes combinações de energia concentrada, onde tudo está sempre trocando informações, ou seja, vibrando numa determinada sintonia.
O que define a forma de uma pessoa, ou de uma rocha, é a maneira como os átomos que as compõem se juntam em moléculas, e como estas se agrupam para compor a forma física desses seres.
Um cristal é, portanto, um ser vivo, tanto quanto nós. Aparentemente muito diferente, e certamente com outro tipo de habilidade, mas não apenas uma coisa.
Na formação de uma estrutura cristalina, como a ametista, o quartzo límpido ou o citrino, por exemplo, os átomos estão associados em perfeita unidade e harmonia, como se tivessem nascido uns para os outros. Assim também acontece com as moléculas, que vibram todas numa mesma frequência.
É por isso tudo que os cristais são considerados formas minerais integrais e completas em si mesmas, que encantam pelo formato perfeito, pelas cores deslumbrantes e pela luminosidade que irradiam. Só que para chegarem às nossas mãos, passam por um exaustivo trabalho de extração. Como se formam em veios, na terra, é preciso tirá-los de lá com ferramentas rudimentares, cunha e martelo. O trabalho se complica quando feito em escala industrial. Aí é preciso usar máquinas especiais, até explosivos, como na extração do quartzo em todas as suas variações. Em outros casos, é preciso colher o cristal depositado na areia, em beira de praia ou leitos de rios, da mesma forma que se obtém o diamante e o topázio.
Aí, a pedra bruta ainda vai passar por um processo de limpeza com produtos químicos e de polimento e lapidação para só então revelar todo o seu brilho.