Crisotila Asbestiformes Pedra Bruto Natural Garimpo Cod CB1390 - Loja Cristaisdecurvelo
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Crisotila Asbestiformes Pedra Bruto Natural Garimpo Cod CB1390

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Crisotilo Pedra Mineral Asbestiformes para Coleção Com bom tamanho, pertence ao grupo das serpentinitas. Mineral filossilicato.

 

NOME DA(S) PEDRA(S): Crisotilo 

COR DA(S) PEDRA(S): Verde com rajas branco    Foto Autêntica

CORTE DA(S) PEDRA(S): Bruto natural de Garimpo

CLARIDADE DA(S)  PEDRA(S): Opaco com rajas reluzentes

MEDIDA DA(S) PEDRA(S): 5,6 X 5,3 (Centimetros).

PESO TOTAL DA PEDRA: Exatos 107,3 Gramas

ORIGEM:  Canada ( Quebeque )

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Crisótilo ou crisotila é a designação dada a um subgrupo de minerais asbestiformes do grupo da serpentina. São conhecidas três espécies de crisótilo: clinocrisótilo (monoclínico), ortocrisótilo (ortorrômbico), e paracrisótilo (um polimorfo também ortorrômbico). Estas três espécies são todas filossilicatos. A fórmula química dos três minerais é a mesma: Mg3(Si2O5)(OH)4 com teor de ferro variável conforme o grau de substituição do ião Mg por Fe2+. O crisótilo varia, em termos de cor, de branco-cinza a amarelo dourado e verde. Possui dureza 2.5 a 3. Estas três espécies de crisótilo são os minerais fibrosos do grupo da serpentina, tendo sido extensivamente explorados para produção de asbesto. A distinção entre as três espécies é bastante difícil.

Clinocrisótilo - é a espécie monoclínica de crisótilo e provavelmente a variedade mais abundante. Não existe uma ocorrência tipo, apesar de o crisótilo de Asbestos, Quebeque, Canadá ser predominantemente clinocrisótilo.

Ortocrisótilo - é uma das espécies ortorrômbicas de crisótilo, sendo mais abundante que a outra, o paracrisótilo. A ocorrência tipo encontra-se na Silésia.

Paracrisótilo - uma outra espécie ortorrômbica de crisótilo. A ocorrência tipo situa-se no Quebeque, Canadá.

As fibras, sejam que de natureza for – naturais ou artificiais –, oferecem risco à saúde em maior ou menor quando inaladas indiscriminadamente. No universo do amianto elas têm suscitado um acirrado debate confrontando, de um lado, os que defendem o seu uso controlado e fiscalizado pelas autoridades governamentais, e, de outro, os que preferem simplesmente bani-lo. A polêmica ganhou força a partir dos anos 1980, após a Comunidade Europeia, por razões mais econômicas do que humanitárias, deflagrar uma campanha visando à proibição não de um, mas de todos os tipos de amianto. O lado econômico da questão evidencia-se no fato de as indústrias européias serem detentoras da tecnologia de produção de fibras artificiais de polipropileno e visarem aos mercados dos países emergentes (incluindo o Brasil) cuja legislação interna permite o uso controlado do amianto crisotila. O outro lado da moeda esconde uma tragédia que podia ter sido evitada se, na época, fossem mais difundidos os estudos do médico inglês Richard Doll, que estabeleceu em 1955 a associação entre a exposição ao asbesto e o câncer pulmonar entre trabalhadores. No período pós-guerra, seguindo o esforço para reconstruir cidades, estaleiros e fábricas, os europeus lançaram mão indiscriminadamente das fibras do amianto anfibólio. Mais grave, o faziam a partir de métodos tradicionais de jateamento e, mais tarde, em sprays, lançando bilhões de partículas invisíveis no ar. A bomba relógio estourou décadas depois, quando foram identificados centenas de casos de cânceres nos trabalhadores, desencadeando um alerta mundial. Mesmo no Brasil, onde o anfibólio importado foi pouco usado, ocorreram registros de doenças entre trabalhadores. Para se entender a diferença entre um e outro é necessário, antes de mais nada, conhecer a composição físico-química desses minerais. O amianto crisotila, composto de silicato hidratado de magnésio (sua composição química é 3MgOSiO2H2O), apresenta uma estrutura fibrosa, flexível, fina e sedosa, podendo ser rapidamente eliminada pelo sistema respiratório. Por sua vez, devido à alta concentração de ferro em sua composição, o amianto anfibólio (Na2OFe2O3OSiO2) é constituído de fibras rígidas e pontiagudas, de difícil eliminação pelo sistema respiratório. A diferença é também significativa quando se compara o grau de biopersistência dessas fibras, ou seja, o tempo que uma substância resiste no organismo humano. Segundo Diretiva aprovada pela União Européia, a de nº 69/1997, para ser considerada cancerígena a fibra deverá apresentar uma biopersistência superior a 10 dias. Estudos realizados no Brasil e em outros países indicaram como sendo de no máximo 2,4 dias o tempo de permanência da fibra do amianto crisotila no corpo humano. Além disso, concluiu-se que para provocar dano à saúde seriam necessários anos de exposição do indivíduo a altas concentrações de poeira. Ao contrário, a biopersistência verificada no amianto anfibólio é de mais de um ano. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), apesar de todos os cuidados e recomendações quanto aos asbestos de modo geral, não existe nenhuma evidência científica de que a ingestão de fibras do amianto crisotila através da água potável, ou mesmo o seu contato, constituam risco à saúde. Ou seja, não há indicação de que doença entre pessoas que se utilizam de caixas d’água ou têm suas casas cobertas por telhados de fibrocimento. Todos os estudos apontaram para doença ocupacional, sendo o pulmão o único órgão vulnerável a essa exposição, motivando a Organização Internacional do Trabalho (OIT) a aprovar, em 1986, um conjunto de normas para proteção do trabalhador nas minas de amianto crisotila, em escala global. A Convenção 162 da OIT foi ratificada pelo Congresso Nacional brasileiro por meio do Decreto Legislativo nº 51, em agosto de 1989.

As primeiras jazidas de amianto crisotila no Brasil começaram a ser pesquisadas ainda na década de 1940, em Pontalina, no sul de Goiás, e na mina São Félix, no município de Poções, na Bahia. Atualmente, apenas a Mina de Cana Brava, localizada no município de Minaçu, nordeste de Goiás, está em atividade, sendo operada pela SAMA Minerações Associadas. Com produção anual de 290 mil toneladas, o Brasil aparece como terceiro maior produtor mundial, superado por Rússia e China. Em seguida estão Kazakistão, Canadá e Zimbabwe. Parte da produção brasileira é exportada para mais de 20 países, entre eles Índia, Tailândia, Indonésia, México, Colômbia e Emirados Árabes. Conforme dados da empresa, além de tornar o Brasil auto-suficiente, a reserva da mina de Cana Brava é capaz de sustentar a produção do amianto crisotila por mais de 50 anos

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