3 kg Apatita Azul Granulado Pra Orgonite REFF PA8629 - Loja Cristaisdecurvelo
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3 kg Apatita Azul Granulado Pra Orgonite REFF PA8629

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Codigo: 3kg APATITA AZUL CASCALHO MIUDO REFF PA8629

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Apatita Azul Granulado Miudo Mineral Bruto Pedra Natural para esoterismo rocha de garimpo, Tarô, Sorte, Mandala ... pacote com 1kg . Diversos uso, cor natural sem nenhum trabalho de bombardeamento, ou tingimento. Grupo do Fosfato


Apatita é um cristal de cura ajuda a melhorar o humor e diminui a irritabilidade nos ossos, auxilia a absorção de cálcio

NOME DA(S) PEDRA(S): Apatita Azul

COR DA(S) PEDRA(S): Azul Foto Ilustrativa

CORTE DA(S) PEDRA(S): Sem Lapidação 

CLARIDADE DA(S)  PEDRA(S): Algumas unidades tem transparencia sob luz, não é regra

MEDIDA DA(S) PEDRA(S): 4 x 12 milimetros com variação + ou -

PESO TOTAL DA PEDRA: Pacote com 1kg

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A apatita

é um mineral do grupo dos fosfatos, com as seguintes variantes: hidroxiapatita, fluorapatita, e clorapatita , assim nomeados por causa de altas concentrações de íons Hidróxido(OH-), Fluoreto(F-), e Cloreto(Cl-), respectivamente, em sua estrutura cristalina. Sua fórmula geral (que apenas explicita a sua composição essencial) é Ca3(PO4)2(OH, F, Cl). Fosforita é o nome dado à apatita impura.

 A apatita é um dos poucos minerais (sic) a serem produzidos e utilizados por sistemas biológicos*. A hidroxiapatita (ver cálcio: papel biológico) é o principal componente do esmalte dentário, está presente também na glândula Pineal (localizada no cérebro humano), e tem considerável participação no material ósseo. A fluorapatita é ligeiramente mais resistente que a hidroxiapatita. Por isso o uso de água fluorada (ver [[flúor|flúor:papel ) , que permite a substituição dos íons hidróxido por fluoreto nos dentes, tornado-os um pouco mais fortes, embora possa manchá-los frequentemente e se concentrar em outros órgãos, como o tecido ósseo, causando doenças. Alguns autores acreditam que é mais segura a formação da fluorapatita na superfície do dente, através do uso tópico do creme dental(Connet,2002).

 

Traços de fissão provocados por partículas emanadas de isótopos radioativos naturais, presentes em cristais de apatita, são comumente usados para estimar a história termal de sedimentos em bacias sedimentares.

 

O seu cristal é o 5.º termo da escala de Mohs, com uma dureza semelhante à do vidro. Está presente em rochas ígneas, como carbonatitos, granitos, sienitos, sienitos nefelínicos, dioritos, pegmatitos (de onde provêm os cristais de maior tamanho), em lava, etc. Aparece também em rochas metamórficas como o gnaisse, micaxisto, calcário cristalino, etc. Aparece também como resíduo em alguns filões metalíferos de alta temperatura (cassiterita, volframite, etc.).

Fórmula Química - Ca5(PO4)3(F,OH,Cl)
Composição - Fosfato de cálcio e flúor/cloro. 41,8% P2O5 , 55,0% CaO , 1,2% F, 2,3% Cl , 0,6% H2O
Cristalografia - Hexagonal
Classe - Bipiramidal hexagonal
Propriedades Ópticas - Uniaxial negativo
Hábito - Hexagonal, granular, tabular, compacto
Clivagem - Imperfeita {0001}
Dureza - 5
Densidade relativa - 3,1 - 3,2
Fratura - Conchoidal
Fluorescência - Amarelo-alaranjado e termoluminescência branco-azulada
Brilho - Vítreo a subresinoso
Cor - Usualmente incolor, podendo ser branco, azul-esverdeado, violeta-azulado, amarelo, marrom, cinza, vermelho
Associação - Associada a quartzo, feldspato, turmalinas, muscovita, berilo, entre outros .
Propriedades Diagnósticas - Dureza, hábito hexagonal, coloração e propriedades ópticas.
Ocorrência - Ocorre em rochas magmáticas, metamórficas e hidrotermais como mineral acessório. Pode também ocorrer em rochas sedimentares, como clastos ou como mineral secundário.
Usos - Fabricação de fertilizantes, ração animal, ácido fosfórico, detergentes, inseticidas e até gemas.


Crenças e mitos: As propriedades curativas da Apatita somente foram descobertas recentemente. A Apatita é empregada na indústria como matéria –prima para a fabricação de adubo fosfatado.

Efeitos terapêuticos para o corpo: Os minerais estão presentes em nosso corpo e a Apatita contém alto teor dos mesmos, fazendo com que essa pedra tenha múltiplos empregos. Ela ativa o suprimento de sangue das zonas do intestino e, assim, garante um melhor aproveitamento dos alimentos. A clara do ovo, o açúcar, e as gorduras passam a ser melhor digeridos. As pessoas que tem excesso de peso e as que têm tendência para se tornar almofadas de gordura, deveriam beber regularmente água de Apatita ou portar uma Apatita, pois a mesma favorece a digestão das gorduras. Recomenda-se antes de cada refeição beber 3dl de água de Apatita, a qual atuará sobre a digestão das gorduras. Ela também minora o estresse e o excesso de esforço dos nervos. Contribui para o fortalecimento do sistema imunológico de proteção e reduz a gripe.

Efeitos terapêuticos para a psique: Através da penetração dos muitos minerais da Apatita pela pele, a pessoa sente em pouco tempo mais equilíbrio e sensação de contentamento, constituindo desta forma uma autoconsciência mais forte. Na meditação, a Apatita, penetra de maneira muito oscilante e traz à nossa alma uma sensação de calor e equilíbrio. Assim sendo, desenvolvemos uma melhor compreensão para as necessidades das outras pessoas e encontramos saídas mais brandas para nossos próprios problemas

Apatita


Esse cristal melhora nossa capacidade de traduzir de várias maneiras. Pessoas com dificuldade de aprender idiomas diferentes ou que necessita simplificar conhecimentos muito profundos e complexos para descrever num livro ou numa aula.

Reativa o metabolismo e ajuda a transformar as células adiposas em moléculas de gordura para serem facilmente absorvidas.

Deve ser usado juntamente com uma mudança de hábitos alimentares (associar com Jaspe sangüíneo, Calcedônia) e com exercícios físicos regulares (associar com Jaspe vermelho).

Ajuda a romper tecidos de gordura muito endurecidos ou envelhecidos, facilitando a sua reabsorção.

Indivíduos que já tentaram emagrecer por vários métodos diferentes e mesmo mudando seus hábitos não conseguiram nenhum sucesso.

Estimula e amadurece o dom da Simplificação.


As rochas de filiação carbonatítica formam, através de intemperismo químico, o minério sílico-carbonatado. Nos afloramentos intemperizados, o minério sílico-carbonatado ocorre sob a forma de rocha semi-alterada a muito alterada, mas ainda conservando a estrutura original (Le Maitre, 2002; Lee et al., 2004; Krasnova et al., 2004 a,b; Abouzeid, 2008). De acordo com Ribeiro (2008), o minério sílico-carbonatado pode ser subdividido em função da litologia que lhe deu origem em minério foscorítico e minério flogopitítico.

A dificuldade encontrada na concentração do minério sílico-carbonatado por flotação está intimamente ligada à composição química da apatita, que varia, significativamente, nas diferentes rochas portadoras de mineralização apatítica (Pearse, 2005; Lee et al., 2004).

A liberação do mineral é outro fator que afeta fortemente a seletividade e a concentração da apatita (Al-Wakeel et al., 2009), contida no minério sílico-carbonatado, pela diversidade de minerais de ganga associados. No caso do minério sílicocarbonatado, as operações de cominuição acarretam, ainda, uma transformação significativa na textura dessas partículas, afetando o seu desempenho no processo de flotação. Mesmo no caso de partículas de apatita liberadas, a eficiência do processo de flotação poderá ser dependente das reações d dissolução do sistema apatita/carbonatos, modificando as características físico-químicas de superfície dos minerais, que constituem a alimentação da flotação (Amankonah & Somasundaran, 1985; Guimarães et al., 2005).

Devido à baixa seletividade dos processos de flotação de apatita, em relação aos carbonatos e ao fato de os depósitos de apatita terem uma mineralogia extremamente complexa, tendo contaminantes que influenciam no rendimento de fósforo nas usinas de beneficiamento (Abouseid, 2008; Segul et al., 2006; Zafar et al., 2006; Blazy & Bouhaouss, 2005; Zhong et al. 1993; Mishra, 1982), a flotação de carbonatos com depressão de apatita, utilizando ácido fosfórico, é uma alternativa que vem sendo estudada, principalmente, quando o minério contém baixo teor de apatita e uma concentração expressiva de dolomita e calcita.

O processo de flotação de carbonatos foi estudado por Abramov et al. (1993) no beneficiamento de um minério fosfático proveniente da Turquia. No processo descrito pelos autores, no primeiro estágio de flotação, foram recuperados apatita e os carbonatos, em pH=8,0. Em outra etapa, a flotação foi conduzida com o oleato de sódio e a depressão do fosfato foi obtida na faixa de pH situada entre 5,0 e 6,0, utilizando-se H3PO4. De acordo com os pesquisadores, na flotação conjunta dos minerais de apatita e calcita realizada na faixa alcalina de pH, os íons oleato adsorvem-se quimicamente na superfície desses minerais e os íons PO43- e F-, provenientes da solubilização da apatita, irão competir com os íons oleato pelos sítios de cálcio na superfície da apatita e da calcita. Quando o H3PO4 é adicionado, na etapa de flotação reversa, a concentração do íon PO43- aumenta, interferindo no equilíbrio, visto que a concentração desse íon torna-se maior que a concentração do íon oleato. Por outro lado, a calcita não sofre a influência desse equilíbrio e, conseqüentemente, do aumento da concentração do íon PO43-, sendo recuperada na espuma de flotação.

Dentro desse contexto, esse trabalho buscou desenvolver uma rota alternativa no processamento do minério sílicocarbonatado, utilizando o ácido fosfórico como depressor da apatita presente no minério sílico-carbonatado.

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