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Brinco Abalone Natural Fossilizado Raro ( Molusco Concha Amolite ) Oval
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Preço: R$ 29.00

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Brincos em pedra ABALONE  Montado em disco com banho em resina pra fixar suas sensiveis placas , detalhes alem das placas tem também a estrutura das vertebras do moluscos nesta obra, castoamento em metal niquelado.

MINERAL ABALONE OU AMOLITE IMPORTADO
LAPIDAÇÃO NÃO, APENAS MONTADO EM RESINA ACRILICA EM OVAL
CASTOAÇÃO PAR DE BRINCOS ANZOL NIQUELADO
MEDIDAS OVAL 20 MM PLAQUINHAS DE ABALONE 05 MMM
PESO 05 GRAMAS

Obs: Pode ser retirado o castoamento simples e vc pode colcoar em ouro puro ou prata

Porta joias não acompanha

Abalone É uma concha orgânica. É associada à cura, à serenidade, à calma, à nobreza e à honestidade. Benéfica na formação e na proteção do tecido muscular, inclusive o músculo cardíaco. Ajuda a digestão e a assimilação de proteínas e caroteno. É benéfica para o timo.

Profissão: Dona-de-casa.

Os abalones são moluscos, espécie de caracóis marinhos, que vivem preferencialmente em águas frias. Pertencem ao gênero Haliotis, da família Haliotidae. 

 Sua concha é arredondada ou ovalada, achatadas, e nela vemos uma seqüência de furos (poros), variando de 2 a 9, conforme o tipo de abalone, seguidos por uma seqüência de pequenas elevações, sem furos. Sua cor externa varia de acordo com o seu habitat natural. Já na face interior, encontra-se uma belíssima e iridescente madrepérola, podendo ser negra, azul, verde, rosa, amarela, vermelha, branca, entre outras mais.  
 
Normalmente alimentam-se de algas marinhas e é em meio a elas que costumam ser encontrados. Durante a maré baixa, alguns podem até ser colhidos facilmente com as mãos, mas normalmente encontram-se nas águas mais profundas, abaixo de 30 a 40 pés da superfície, alguns até mesmo abaixo de 1200 pés, e nas proximidades da costa.
 Sua colheita, para fins alimentícios e também para a joalheria e decoração, começou no Japão, a partir dos anos 30 DC.
A partir de 1960, com o uso de equipamentos de mergulho mais sofisticados que possibilitam o mergulho mais profundo, houve um abuso em sua colheita comercial, diminuindo consideravelmente sua população, e colocando em risco a continuidade de muitas das espécies. Também a poluição dos continentes, diminuição de alguns tipos de algas, alteração das temperaturas dos mares e aumento de predadores naturais, tem afetado a população de abalones.

 
Hoje, em alguns países, existe legislação específica a respeito disso, impondo cotas máximas permitidas na pesca, tamanhos mínimos a serem respeitados, e até mesmo a proibição total de sua colheita em determinadas épocas do ano ou mesmo por tempo indefinido, até a recuperação das espécies. Mas a colheita ilegal infelizmente ainda existe e é bastante predatória.
 Mas nem tudo está perdido, existem hoje cultivos voltados somente a isso, sem interferir nos abalones em habitat natural, e também estudos para aumentar a procriação natural nos mares. Mas ainda são insuficientes, e a colheita predatória ainda impera. Com isso, os preços dos abalones aumentaram muito!  
 
Mas você pode fazer seu “abalone” em cerâmica plástica, de maneira simples  e divertida.
Basta trabalhar somente com massas peroladas e metalizadas, matizadas nas cores de seu interesse, trabalhando em finas camadas sobrepostas que, depois de totalmente empilhadas, são perfuradas e amassadas em toda a sua superfície, provocando um desnivelamento nas camadas, com uma cor “entrando” dentro da outra. A superfície então é fatiada no sentido horizontal, e nestas fatias os desenhos com cores mescladas aparecem, proporcionando um bonito efeito.

A técnica lembra em muito o mokume gane, e a paua shell, que também é um tipo de abalone de cor zul esverdeado, cujas técnicas já descrevi aqui em matérias anteriores.